| Em 01/09/2020

O papel da Ciência, Tecnologia e Inovação tem sido estratégica no Tocantins

Pesquisadores estão envolvidos em projetos de pesquisa desenvolvidos na Unitins através do apoio financeiro dos Governos por meio da FAPT. (Foto: Nonato Silva)

Nos últimos anos a pesquisa científica no Estado tem evoluído de forma significativa, graças ao investimento em estruturação de laboratórios científicos e ao aperfeiçoamento dos professores universitários. O que representa uma política estratégica dos Governos estadual e federal que tem favorecido o desenvolvimento econômico e social em Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (Fapt). Órgão que tem valorizado e favorecido os recursos financeiros para estruturação dos laboratórios científicos das instituições de ensino superior pública e privada.

A Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) por exemplo, desenvolve um projeto denominado “Polo Tecnológico de Pesquisa Agropecuária do Tocantins” (Tecnorte) situado numa área de 50 mil metros quadrados do centro Agro tecnológico de Palmas. Uma estrutura que conta com modernas instalações de equipamentos modernos que viabiliza vários estudos científicos e atualmente conta com 60 pesquisas científicas em andamento sob a coordenação de professores com doutorado e mestrado. Além da participação de acadêmicos do curso de Ciências Agrárias. Um total de mais de 200 pesquisadores envolvidos.

“O desenvolvimento das atividades de pesquisas dentro de uma Instituições de Ensino contribui para formação e geração de produtos tecnológicos. Com isso a tendência e a atualização dos docentes e discentes, o incentivo a carreira científica favorece a formação de novos profissionais no mercado de trabalho,” explica o coordenador do projeto Tecnorte, Prof. Doutor em Fitotecnia, Nutrição Mineral de plantas, Expedito Cardoso.

(Foto: Nonato Silva)

Infraestrutura

O apoio financeiro viabilizou a estruturação de cinco laboratórios científicos, alojamento, aviário, aprisco e viveiro de mudas que contribui para a sustentabilidade dos recursos naturais do projeto. Para a estruturação do complexo laboratorial, foram investidos mais de R$ 3 milhões de reais. Recurso que vem sendo feito gradativamente em mais de dez anos de existência do projeto, pela Financiadora de Estudos e Pesquisa (Finep) através do Governo estadual, por meio Fapt.

Para o presidente da Fapt, Professor Doutor em melhoramento genético de plantas, Márcio Silveira, “o governo tem se empenhado pela estruturação e realização das pesquisas científicas desenvolvidas no Estado, desde o laboratório, treinamento, compra de veículos, tratores, caminhão, gerador de energia que viabilizam os estudos, o cultivo dos experimentos e a multiplicação de conhecimento aos acadêmicos. O apoio financeiro da Finep/Fapt é de fundamental importância para a viabilização de novos conhecimentos que a cada requer habilidades específicas”, explica.

Biofábrica

Com finalidade de produção rápida de materiais propagativos, livres de doenças e pragas, com elevada qualidade genética em tempo reduzido, a Unitins conta com uma Biofábrica (Laboratório de Biotecnologia Vegetal – Biotecnotins.  Um espaço que conta com excelente estrutura para a viabilização de produção de plantas em grande escala durante todo o ano sob condições controladas, sem a influência de variações climáticas.

Laboratório de Agroenergia

Visando a organização e realização de atividades de pesquisas em agroenergia por meio de análises e caracterização de matérias-primas com potencial agroenergético, o projeto também conta com o Laboratório de Agroenergia. Uma estrutura específica que favorece o preparo e análises de material e que no momento encontra se em fase de aquisição e montagem de equipamentos.

Treinamentos

Além da estruturação de laboratórios, o recurso da Finep/Fapt também favoreceu a realização de cursos, treinamentos e bolsas a professores da Unitins que tiveram a oportunidade de trocar experiências com pesquisadores experientes em cultivos e estudos de arroz e feijão, mandioca e fruticultura da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Goiás e do Estado da Bahia.

 

Fonte: FAPT (Texto: Geórgya Laranjeira Corrêa)

 

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